"A modo de resumo, podemos dizer: desde a antropologia cristã, adverte-se que o ideal humanista projeta uma imagem do homem que conserva sua integridade, do homem antes da caída, mas ņão presta atenção alguma a sua origem e a sua meta, e prescinde por completo do fato do pecado original. A imagem do homem da psicologia profunda é a do homem caído, visto também estática e ahistoricamente: ficam sem considerar o passado do homem e suas possibilidades futuras, assim como o fato da Redenção. A filosofia existencialista nos mostra ao homem na finitude e no nada de sua existência; considera unicamente o que homem não é, e assim desvia seu olhar do que, com tudo, o homem é positivamente, assim como do Absoluto que comparece por detrás deste ser condicionado."
(STEIN, 2003, p. 572)
(STEIN, 2003, p. 572)
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